segunda-feira, agosto 08, 2005

hein, quem, eu!?

já que estou em momento total de retomar certas coisas... vamos botar isso novamente para andar...

bem... como não sou mais um blogueiro como antigamente... não vou ilustrar certos temas, como... a atual crise de identidade. Não uma real crise que isso eu adoraria ter... mas como não arranjo tempo para essas crises, o que poderei fazer. Mas como um ser que-poderia-ser-um-pouco andrógino... sempre sou parecido com alguém... e depois que o Pupo levantou a similaridade de minhas fotos orkutianas com o oitentista Mick Hucknall do Simple Red, descobri, claro, que a similaridade existe aqui no mundo da vida quotidiana!!! Não bastasse isso... agora a similaridade ganhou mais 10 anos e estou sendo comparado ao Willy Wonka-Gene Wilder... terei eu envelhecido tanto em tão pouco tempo?

pelo menos agora não terei mais preocupação com fantasia no caso de alguma eventual festa.

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brinquedinho novo:



Novo em minhas mãos, claro... mas... conseguirei fazer alguma senhora coconutagem?

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E já que o papo é voltar a ativa... coisitas novas... etc... após um longo e breve primavera-verão-outono e início de inverno... tem performance nova na área. Costumo dizer que criar uma performance é como criar uma pintura, escultura, etc. É um trabalho de criação que necessita um compreendimento do meio (corpo e ação) e um real domínio da linguagem.. senão... a possibilidade de aparecer diversas 'besteiras chique-intelectualóides" é a coisa mais fácil do mundo. Porque vamos e venhamos, em diversos âmbitos é chique dizer que se faz performance. Não?

Porém... a performance art é um meio maldito (ou bendito, você escolhe). Ela obriga do artista-performer um certo comprometimento com o meio e uma certa radicalidade. Por trabalhar com ações (e ações é o que estamos a fazer desde sempre), ela obriga o artista a se colocar em certos extremos. E porque não ações quotidianas não podem fazer parte de uma performance ou ser a performance? Porque simplesmente já foi algo usado ao extremo na década de 60. E foi constatado, àquela arte e vida era pura utopia. Agora... não vamos confundir ações quotidianas com simples ações. Enrolar o espaço ou a mim mesmo com um filme de PVC é uma simples ação... mas vamos e venhamos que está longe de ser uma ação quotidiana.

No mais... veja lá...

No mais... que de fenomenologia posso estar indo à hermenêutica... ou quase isso...

No mais, que a performance art está necessitando de uma atenção um pouco mais séria... e agora, qual vai ser?

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