tem que ter
segunda-feira, fevereiro 13, 2006
hum... necessário
tudo bem que esse virou um lugar de propaganda e pouca informação... mas isso tudo é para mostrar o quão ando ocupado, também... no passado... esse blog já foi mais movimentado... de posts assim como comentários... agora.. vou escrevendo o que der... a-ha!
A séculos escrevia por aqui receitas... pois bem... ultimamente ando atacando no macarrão mesmo... essa coisa de viver em apartamento e não ter uma churrasqueira faz uma falta... também o problema do forno do fogão ter um vazamento, não me permite usar as panelas de barro... mas o macarrão sempre salva a pátria... e o segredo para um bom macarrão começa com uma boa massa de macarrão (vide acima)... mas tenho me divertido com alguns molhos... um dos últimos criados foi Molho Branco de Alho Poró e Gorgonzola... que ficou bem bacana... ontem mesmo pintou um básico... molho de tomate (por favor... molho feito com tomate picado e não pomarola da vida...), um tanto quanto apimentado com alcaparras... até que não ficou mal...
quinta-feira, fevereiro 09, 2006
sexta-feira, fevereiro 03, 2006
Dear Wendy
Como um não-cinéfilo, esse é um daqueles filmes que adorei! Surpreendente, no mínimo!
voltando a Curitiba... e já na correria...
resumo de férias: Guaraqueçaba, Natal, Pipa, Salvador, Maceió... praia, sol, mar, cerveja, ostra na praia, cavaco chinês... discotecagem, house music, grandes amigos, novos amigos e performance...
mas já estou de volta... e sem parar...
querem ver as fotos da performance em Salvador? é por aqui: http://fernandoribeiro.multiply.com/photos/album/16
resumo de férias: Guaraqueçaba, Natal, Pipa, Salvador, Maceió... praia, sol, mar, cerveja, ostra na praia, cavaco chinês... discotecagem, house music, grandes amigos, novos amigos e performance...
mas já estou de volta... e sem parar...
querem ver as fotos da performance em Salvador? é por aqui: http://fernandoribeiro.multiply.com/photos/album/16
quinta-feira, janeiro 05, 2006
terça-feira, dezembro 06, 2005
sexta-feira, novembro 25, 2005
quinta-feira, novembro 17, 2005
E está rolando uma pesquisa bem bacana com blogueiros... portanto, nada mais justo de publicar aqui... ainda mais se só com esse blog... já tenho 3 anos... não muito frequentes... mas são 3 anos... rs
Quem tem blog, aí... vai lá... acaba no próximo dia 25/11
http://www.verbeat.org/pesquisablogosferabrasil/
quarta-feira, novembro 02, 2005
Em agosto de 2003 participei da MIP - Manifestação Internacional de Performance em Belo Horizonte. Se fuçarem meus arquivos aqui verão mensões sobre esse evento que acompanhei e participei de perto..
Agora, dia 11 de novembro de 2005, tem o lançamento do livro em Florianópolis... logo virei com o post-propaganda básico... e com infos completas... irei apresentar (novamente) a Eu e o Público e farei um DJ set, também...
mas bem... qual a questão que penso aqui... é sobre o meu envolvimento com a performance art, em si... desde que iniciaram meus estudos em 99, tenho a performance ligada ao corpo e ação como principal meio de criação... de um principal meio de estudo, pesquisa e produção poética estou descobrindo que também tenho um certo comprometimento ético para com a performance art... na realidade, a ética é algo novo para mim, dentro de meu trabalho artístico, como parte dele... creio que surgiu, também, a partir de um comprometimento ético com o público...
quando falo em comprometimento ético, ao mesmo tempo quero trazer a questão da seriedade com que se trata de qualquer coisa. A banalização é o meio mais fácil de se tratar qualquer tema... primeiramente, falar sem profundidade não quer dizer opinião... o achar é uma coisa... o dizer é outra... o fazer, então... performance art e público acabam caindo muito nisso... numa ausência de comprometimento muita gente acha, pouca gente diz e mas muita gente faz... e o que faz... como não se sabe, se supõe... mas faz... superficialmente faz... a ação perde sua força de realização e transforma-se num simples pastiche... principalmente porque muitas vezes aparece somente para 'realizar' uma idéia ou para preencher currículo...
a questão é que uma idéia simplesmente não dá conta do corpo, espaço, público... a performance vai muito além... estamos trabalhando com o visual, estético, social, político e psicológico tudo ao mesmo tempo... e queira ou não... quem faz performance, tem que dar conta de tudo isso!
terça-feira, outubro 25, 2005
terça-feira, outubro 18, 2005
quinta-feira, outubro 13, 2005
te juro que às vezes até me sinto fora de Curitiba... talvez em Porto Alegre ou nos Estados Unidos. o que são esses seres recém politizados fazendo campanha contra-desarmamento??? Pessoas normais que até ontem evitavam discutir futebol, política e religião agora vejo fazendo campanha contra-desarmamento... a cada minuto, a cada momento que há uma brecha, tentam te converter a contra-desarmamento como evangélicos fanáticos... e cade o povo fazendo campanha pró-desarmamento? onde estão? não recebo um e-mail, não vejo um fazendo campanha... vejo opiniões, sim... mas nada que beire o fanatismo do contra!
Estarei eu à parte de uma paranóia nacional?
terça-feira, outubro 11, 2005
A breve proposta sobre o ornitorrinco (leia-se post abaixo) trouxe-me novas reflexões. Creio que um segundo passo, ou mesmo anterior, seja o de eleger o ornitorrinco o ícone da 'pós-modernidade'.
A pós-modernidade sempre é colocada como uma inversão dos valores da modernidade. Quem defende a pós-modernidade como continuação da modernidade geralmente rejeita tal termo preferindo utilizar termos como 'modernidade tardia'. Mas bem... não é esse o ponto em que quero chegar. Pegando algumas características colocas de uma certa pós-modernidade, como a perda da identidade, a ausência de uma identidade nacional, o reconhecimento de uma tradição e em muitos casos uma releitura da tradição e não simplesmente uma negação da tal.
Tendo uma linha de pensamento como essa, há de se refletir que o ornitorrinco, um ser que a princípio pode ser chamado de pré-histórico, é o melhor exemplo de nossa pós-modernidade. O seu pré-historicismo na realidade é uma ligação com a tradição esquecida ou negada pela modernidade. É um ser mamífero mas que vive entre a terra e a água. Bota ovos e amamenta os filhotes. A que pátria pertence esse ser?
Sua aparência, andrógina, demonstra a ausência de identidade hoje encontrada em nosso dia a dia. Não se sabe o que é, como é e tem que se basear numa ciência biológica para atestar o seu ser. Quantos que vocês conhecem assim? Que só a ciência há de resolver? Eu muitos.
sexta-feira, outubro 07, 2005
já que iniciei a nova fase das propostas... essa vai para a Igreja Católica. O grande bafafá após o falecimento do Papa João Paulo II era se haveria uma tendência a uma modernização da Igreja Católica ou se, conforme o novo Papa, voltaria ao seu lado mais tradicional.
Vemos que... com Papa Bento XVI... a modernização ficou para outros tempos... então... desde já planto a semente para as mentes futuras... creio que o princípio para uma 'pós-modernização' da Igreja Católica esteja na mudança da famosa "Pomba da Paz" para o "Ornitorrinco da Paz"!!!
P.S.: já viram uma pomba parecer um ornitorrinco... acabei de ver!
quarta-feira, outubro 05, 2005
bem... não entendo muito de projetos pedagógicos... mas eu tenho um proposta tentadora... já que hoje qualquer criança antes de saber ler já viu ou conhece um computador... eu acho que seria fundamental a inclusão da matéria de Datilografia no Ensino Fundamental...
Falando nisso... o que fizeram com a matéria de OSPB? rs
segunda-feira, outubro 03, 2005
ai, ai... será que consigo voltar sem propagandear... claaaaro que não
então, vejam o flyer da Grooveland Party... sábado!!!
ah sim... todas as segundas vai rolar programa na webTV Groovechannel... isso... Alternate DJs... começou já... logo vai estar no ar gravadinho um set meu lá...
oh... claro... logo estarei com um programa semanal na webradio alemã Loud-fm
e acabou as propagandas e não faço idéia do que escrever...
ah sim... comecei a estudar seriamente Habermas... não que antes eu não estudasse com o modo 'on' ligado... mas é que agora montei um plano de estudos... na realidade, eu parto de minha monografia Eu e o Público para estudar a mudança do conceito de público no meu trabalho, ou seja, de Hannah Arendt a Jürgen Habermas. Nessa estória de retomar meus estudos também surge uma nova performance que devo logo estar realizando-a...
ou seja... estudos, festas, projetos via web, performance nova e ainda querem que eu escreva aqui... tá... tentarei...
abraços, fernando
então, vejam o flyer da Grooveland Party... sábado!!!
ah sim... todas as segundas vai rolar programa na webTV Groovechannel... isso... Alternate DJs... começou já... logo vai estar no ar gravadinho um set meu lá...
oh... claro... logo estarei com um programa semanal na webradio alemã Loud-fm
e acabou as propagandas e não faço idéia do que escrever...
ah sim... comecei a estudar seriamente Habermas... não que antes eu não estudasse com o modo 'on' ligado... mas é que agora montei um plano de estudos... na realidade, eu parto de minha monografia Eu e o Público para estudar a mudança do conceito de público no meu trabalho, ou seja, de Hannah Arendt a Jürgen Habermas. Nessa estória de retomar meus estudos também surge uma nova performance que devo logo estar realizando-a...
ou seja... estudos, festas, projetos via web, performance nova e ainda querem que eu escreva aqui... tá... tentarei...
abraços, fernando
sexta-feira, setembro 16, 2005
tá... eu sei que isso aqui anda tão informativo quanto um outdoor...
portanto... mais propaganda... ha!
1# Grooveland Party
Quando 8 de outubro
Onde? Beats Club Rua Centenário, 1610 - Campo Largo PR • info: 41.3032 1447 | 41.393 5155 |
hein... isso mesmo... quer saber o que é grooveland... dá um pulo na Grooveland
E quer saber quem é o convidado daprimeira Grooveland Party?
ei-lo:

isso... entra no link...
Edground abre a noite... eu fecho... ai, ai...
Chamb - vai perder essa?
portanto... mais propaganda... ha!
1# Grooveland Party
Quando 8 de outubro
Onde? Beats Club Rua Centenário, 1610 - Campo Largo PR • info: 41.3032 1447 | 41.393 5155 |
hein... isso mesmo... quer saber o que é grooveland... dá um pulo na Grooveland
E quer saber quem é o convidado daprimeira Grooveland Party?
ei-lo:
isso... entra no link...
Edground abre a noite... eu fecho... ai, ai...
Chamb - vai perder essa?
sexta-feira, agosto 12, 2005
excelentes motivos para ir a Washington DC ao invés de CRF
Thievery Corporation has joined United for Peace and Justice to curate a FREE concert during a weekend of protest against the on-going war in Iraq. The concert will begin at 3pm on September 24th on the Washington Monument Grounds in lovely downtown Washington, DC. The concert will bring together musical acts such as: Thievery Corporation, punk rock and independent musicians Le Tigre, Bouncing Souls, Ted Leo & The Pharmacists; country music artist Steve Earle, rock and soul band the Bellrays; latin musicians Mache Tres, socially conscious hip-hop groups The Coup and Head-Roc; and even long time activists Wayne Kramer of the MC5, Jello Biafra and Greg Palast will be involved in this event.
As this is a non-profit event we need your help to make it a success.
Please donate what you can at http://www.unitedforpeaceorg/article.php?id=160
Please mark donations 'For Concert'
For more info about the event, donations, volunteering please go to www.opceasefire.org or www.unitedforpeace.org
Please pass along to all your friends and we hope to see you all there!
Thievery Corporation has joined United for Peace and Justice to curate a FREE concert during a weekend of protest against the on-going war in Iraq. The concert will begin at 3pm on September 24th on the Washington Monument Grounds in lovely downtown Washington, DC. The concert will bring together musical acts such as: Thievery Corporation, punk rock and independent musicians Le Tigre, Bouncing Souls, Ted Leo & The Pharmacists; country music artist Steve Earle, rock and soul band the Bellrays; latin musicians Mache Tres, socially conscious hip-hop groups The Coup and Head-Roc; and even long time activists Wayne Kramer of the MC5, Jello Biafra and Greg Palast will be involved in this event.
As this is a non-profit event we need your help to make it a success.
Please donate what you can at http://www.unitedforpeaceorg/article.php?id=160
Please mark donations 'For Concert'
For more info about the event, donations, volunteering please go to www.opceasefire.org or www.unitedforpeace.org
Please pass along to all your friends and we hope to see you all there!
segunda-feira, agosto 08, 2005
hein, quem, eu!?
já que estou em momento total de retomar certas coisas... vamos botar isso novamente para andar...
bem... como não sou mais um blogueiro como antigamente... não vou ilustrar certos temas, como... a atual crise de identidade. Não uma real crise que isso eu adoraria ter... mas como não arranjo tempo para essas crises, o que poderei fazer. Mas como um ser que-poderia-ser-um-pouco andrógino... sempre sou parecido com alguém... e depois que o Pupo levantou a similaridade de minhas fotos orkutianas com o oitentista Mick Hucknall do Simple Red, descobri, claro, que a similaridade existe aqui no mundo da vida quotidiana!!! Não bastasse isso... agora a similaridade ganhou mais 10 anos e estou sendo comparado ao Willy Wonka-Gene Wilder... terei eu envelhecido tanto em tão pouco tempo?
pelo menos agora não terei mais preocupação com fantasia no caso de alguma eventual festa.
•••••
brinquedinho novo:

Novo em minhas mãos, claro... mas... conseguirei fazer alguma senhora coconutagem?
•••••
E já que o papo é voltar a ativa... coisitas novas... etc... após um longo e breve primavera-verão-outono e início de inverno... tem performance nova na área. Costumo dizer que criar uma performance é como criar uma pintura, escultura, etc. É um trabalho de criação que necessita um compreendimento do meio (corpo e ação) e um real domínio da linguagem.. senão... a possibilidade de aparecer diversas 'besteiras chique-intelectualóides" é a coisa mais fácil do mundo. Porque vamos e venhamos, em diversos âmbitos é chique dizer que se faz performance. Não?
Porém... a performance art é um meio maldito (ou bendito, você escolhe). Ela obriga do artista-performer um certo comprometimento com o meio e uma certa radicalidade. Por trabalhar com ações (e ações é o que estamos a fazer desde sempre), ela obriga o artista a se colocar em certos extremos. E porque não ações quotidianas não podem fazer parte de uma performance ou ser a performance? Porque simplesmente já foi algo usado ao extremo na década de 60. E foi constatado, àquela arte e vida era pura utopia. Agora... não vamos confundir ações quotidianas com simples ações. Enrolar o espaço ou a mim mesmo com um filme de PVC é uma simples ação... mas vamos e venhamos que está longe de ser uma ação quotidiana.
No mais... veja lá...
No mais... que de fenomenologia posso estar indo à hermenêutica... ou quase isso...
No mais, que a performance art está necessitando de uma atenção um pouco mais séria... e agora, qual vai ser?
já que estou em momento total de retomar certas coisas... vamos botar isso novamente para andar...
bem... como não sou mais um blogueiro como antigamente... não vou ilustrar certos temas, como... a atual crise de identidade. Não uma real crise que isso eu adoraria ter... mas como não arranjo tempo para essas crises, o que poderei fazer. Mas como um ser que-poderia-ser-um-pouco andrógino... sempre sou parecido com alguém... e depois que o Pupo levantou a similaridade de minhas fotos orkutianas com o oitentista Mick Hucknall do Simple Red, descobri, claro, que a similaridade existe aqui no mundo da vida quotidiana!!! Não bastasse isso... agora a similaridade ganhou mais 10 anos e estou sendo comparado ao Willy Wonka-Gene Wilder... terei eu envelhecido tanto em tão pouco tempo?
pelo menos agora não terei mais preocupação com fantasia no caso de alguma eventual festa.
brinquedinho novo:
Novo em minhas mãos, claro... mas... conseguirei fazer alguma senhora coconutagem?
•••••
E já que o papo é voltar a ativa... coisitas novas... etc... após um longo e breve primavera-verão-outono e início de inverno... tem performance nova na área. Costumo dizer que criar uma performance é como criar uma pintura, escultura, etc. É um trabalho de criação que necessita um compreendimento do meio (corpo e ação) e um real domínio da linguagem.. senão... a possibilidade de aparecer diversas 'besteiras chique-intelectualóides" é a coisa mais fácil do mundo. Porque vamos e venhamos, em diversos âmbitos é chique dizer que se faz performance. Não?
Porém... a performance art é um meio maldito (ou bendito, você escolhe). Ela obriga do artista-performer um certo comprometimento com o meio e uma certa radicalidade. Por trabalhar com ações (e ações é o que estamos a fazer desde sempre), ela obriga o artista a se colocar em certos extremos. E porque não ações quotidianas não podem fazer parte de uma performance ou ser a performance? Porque simplesmente já foi algo usado ao extremo na década de 60. E foi constatado, àquela arte e vida era pura utopia. Agora... não vamos confundir ações quotidianas com simples ações. Enrolar o espaço ou a mim mesmo com um filme de PVC é uma simples ação... mas vamos e venhamos que está longe de ser uma ação quotidiana.
No mais... veja lá...
No mais... que de fenomenologia posso estar indo à hermenêutica... ou quase isso...
No mais, que a performance art está necessitando de uma atenção um pouco mais séria... e agora, qual vai ser?
quarta-feira, julho 20, 2005
e toda essa estória de Orkut... algo tinha que render... ou seja, estou reencontrando amigos de 1o grau... bem... dessa época pouca coisa recordo pois naturalmente fui ocupando com coisas mais inúteis, trocando por memórias novas, etc.. e agora que o povo está ressurgindo da obscuridade do mundo da vida... e claro que trazendo estórias cabulosas que eu posso ter esquecido... mas muitos... hmmm... não...
mas entre as coisas mais divertidas está a que todo mundo mudou... e praticamente ninguém me reconhece... rsrsrs
mas entre as coisas mais divertidas está a que todo mundo mudou... e praticamente ninguém me reconhece... rsrsrs
quinta-feira, julho 14, 2005
terça-feira, junho 28, 2005
e a semana:
Domingo: Mudança
Segunda: Arruma a bagunça
Terça: Alternate DJs
Quarta: Arruma a bagunça
Quinta: Fenomenologia / projeto futuro (segredo)
Sexta: Esquenta Lounge no Amatulah
Sábado: Lounge no Restaurante Mikulis em Ponta Grossa (110 km daqui)
Resumidamente tem sido essa a minha semana... e deverá ser por um bom tempo... digamos que algo convergiu para isso... mudanças pessoais e toda essa parafernália de coisas... e vai arranjar tempo para escrever aqui e ler outros blogs... espero por esse tempo...
mas... além de tudo isso... tenho pensado muito abstratamente... as aulas de fenomelogia me foram de extrema ajuda para abstrair o mundo. algo necessário... ora sim, ora não... mas pensar o mundo da vida é algo divertido... a gente que está aqui se matando nesse cotidiano mundano, de coisas mundanas, do dia a dia... e logo, tem alguém interessado em pensar no mundo da vida... não esses detalhes mundanos... mas a gênese.... mundo da vida...
falando mais sério agora... a questão do mundo da vida é para mim um ponto essencial para minha pesquisa teórica... mas isso... deixa para um outro dia...
Domingo: Mudança
Segunda: Arruma a bagunça
Terça: Alternate DJs
Quarta: Arruma a bagunça
Quinta: Fenomenologia / projeto futuro (segredo)
Sexta: Esquenta Lounge no Amatulah
Sábado: Lounge no Restaurante Mikulis em Ponta Grossa (110 km daqui)
Resumidamente tem sido essa a minha semana... e deverá ser por um bom tempo... digamos que algo convergiu para isso... mudanças pessoais e toda essa parafernália de coisas... e vai arranjar tempo para escrever aqui e ler outros blogs... espero por esse tempo...
mas... além de tudo isso... tenho pensado muito abstratamente... as aulas de fenomelogia me foram de extrema ajuda para abstrair o mundo. algo necessário... ora sim, ora não... mas pensar o mundo da vida é algo divertido... a gente que está aqui se matando nesse cotidiano mundano, de coisas mundanas, do dia a dia... e logo, tem alguém interessado em pensar no mundo da vida... não esses detalhes mundanos... mas a gênese.... mundo da vida...
falando mais sério agora... a questão do mundo da vida é para mim um ponto essencial para minha pesquisa teórica... mas isso... deixa para um outro dia...
sexta-feira, abril 29, 2005
trip-hop & downtempo
tentando entender do modo mais fácil: com os ouvidos
2º
Federico Aubele, Emmanuel [S]antarromana, Fila Brazillia, Bajofondo Tango Club, E-The-Hot, Beatphreak, Kid Loco, Mo' Horizons, Two Men Four Soul, Alliance Ethnik, Bobby Hughes Combination, Mr. Scruff Edit, Skalper e Michel Legrand.
terça-feira, abril 26, 2005
segunda-feira, abril 18, 2005
resolvi que vou usar esse blog... como um blog...
a questão é que ando passando por tanta coisa... projetos, trabalhos, etc... mas alguma coisa que te faz parar um pouco a correria e refletir sobre a vida... é sua antítese... a morte...
sabe... eu brinco que tenho sangue 'polaco-alemão'... a brincadeira vem por causa do meu avô... alemão de nascença... ou que se diz tal... ele nasceu em Danzig, pré-Segunda-Guerra... Danzig era uma cidade independente, portuária, na divisa da Alemanha com a Polônia... foi lá que começou a guerra, politicamente falando... foi o primeiro discurso de Hitler honrando o espírito alemão... meu avô não estava mais lá... já estava aqui... faziam 2 anos... depois da 2a. Guerra, Danzig virou Gdanski... e o que era alemão virou polonês...
bem... não venho aqui para louvar ou não o espírito do meu avô, pois eu mesmo não saberia como fazer uma ou outra coisa... só sei que ele está morrendo... tem 84 anos e nos últimos 10 ele passou por umas 6 cirurgias... tem um cancêr na garganta... tumor maligno parece-me... e está indo... nesse último domingo eu me senti como se estivesse no enredo de Invasões Bárbaras... o clima era muito parecido...
no mais... é só isso... agora eu vou procurar a minha prima... aquela que ainda não conhece o nosso avô...
a questão é que ando passando por tanta coisa... projetos, trabalhos, etc... mas alguma coisa que te faz parar um pouco a correria e refletir sobre a vida... é sua antítese... a morte...
sabe... eu brinco que tenho sangue 'polaco-alemão'... a brincadeira vem por causa do meu avô... alemão de nascença... ou que se diz tal... ele nasceu em Danzig, pré-Segunda-Guerra... Danzig era uma cidade independente, portuária, na divisa da Alemanha com a Polônia... foi lá que começou a guerra, politicamente falando... foi o primeiro discurso de Hitler honrando o espírito alemão... meu avô não estava mais lá... já estava aqui... faziam 2 anos... depois da 2a. Guerra, Danzig virou Gdanski... e o que era alemão virou polonês...
bem... não venho aqui para louvar ou não o espírito do meu avô, pois eu mesmo não saberia como fazer uma ou outra coisa... só sei que ele está morrendo... tem 84 anos e nos últimos 10 ele passou por umas 6 cirurgias... tem um cancêr na garganta... tumor maligno parece-me... e está indo... nesse último domingo eu me senti como se estivesse no enredo de Invasões Bárbaras... o clima era muito parecido...
no mais... é só isso... agora eu vou procurar a minha prima... aquela que ainda não conhece o nosso avô...
sábado, março 26, 2005
Lou Reed - Set the Twilight Reeling
Fuçando minhas caixas de CD... e meus CDs que nunca estão dentro dessas, encontrei primeiramente a capa... e depois... perdido no meio do nada... o CD... o que fazer!? ouvir, ouvir e ouvir...
gosto de Lou Reed... e este é um disco que gosto muito... tanto quanto Transformer e New York... lembro-me que foi um dos primeiros com a capa personalizada... o encarte amarelo e a caixinha em acrílico azul... 2 cores complementares e que dá um efeito quase nulo...
bem... agora quero ver se encontro o meu disco do Echo and Bunnymen Live in the BBC Radio 1 e claro... torcer para que toque...
quinta-feira, março 24, 2005
quarta-feira, março 16, 2005
Eu e o Teatro...
há alguns anos atrás eu pensava... Teatro, eu!?
mas bem... em 2001 fui convidado a fazer a sonorização da peça Um ponto vermelho no verde é uma cereja no Vila Belmiro... aí cruzei com meus estudos em performance... conheci mais gente da área... ano passado fiz a sonorização de uma performance ligada a Teatro...
mas bem... hoje começa o Festival de Teatro de Curitiba... como no ano passado, estou vendo que não vou conseguir ver quase nada... isso que dá 'ocupar' o tempo... rs... mas recebi um convite para um debate sobre Performance na Casa Hoffman, quinta-feira, dia 24.03, às 11 da manhã...
Além disso... terça-feira dia 22 devo tocar no Amatulah numa festa relacionada ao Festival de Teatro...
Fora alguns contatos que estou vendo...
Tudo isso, porque o mundo não pára, não!
há alguns anos atrás eu pensava... Teatro, eu!?
mas bem... em 2001 fui convidado a fazer a sonorização da peça Um ponto vermelho no verde é uma cereja no Vila Belmiro... aí cruzei com meus estudos em performance... conheci mais gente da área... ano passado fiz a sonorização de uma performance ligada a Teatro...
mas bem... hoje começa o Festival de Teatro de Curitiba... como no ano passado, estou vendo que não vou conseguir ver quase nada... isso que dá 'ocupar' o tempo... rs... mas recebi um convite para um debate sobre Performance na Casa Hoffman, quinta-feira, dia 24.03, às 11 da manhã...
Além disso... terça-feira dia 22 devo tocar no Amatulah numa festa relacionada ao Festival de Teatro...
Fora alguns contatos que estou vendo...
Tudo isso, porque o mundo não pára, não!
terça-feira, março 08, 2005
Hoje é´o Dia Internacional da Mulher
A todas as mulheres, meus parabéns!!!
Ano passado, no ritmo do Dia Internacional da Mulher, escrevi um pouco sobre arte e feminismo... o que eu conheço, pelo menos...
então dêem um pulo lá e leiam!
abraços!
A todas as mulheres, meus parabéns!!!
Ano passado, no ritmo do Dia Internacional da Mulher, escrevi um pouco sobre arte e feminismo... o que eu conheço, pelo menos...
então dêem um pulo lá e leiam!
abraços!
quarta-feira, março 02, 2005
fui confrontado com a seguinte afirmação: "Você está precisando fazer esporte!"
Decidi... vou praticar Bocha!

Decidi... vou praticar Bocha!
terça-feira, março 01, 2005
então tá... vamos para o meu post quinzenal...
indicações...
Sharon Jones and the Dap-Kings

porque é simplesmente magnífico...
indicações...
porque é simplesmente magnífico...
quarta-feira, fevereiro 09, 2005
terça-feira, fevereiro 01, 2005
Informação de Utilidade Pública

No domingo de carnaval, dia 06 de fereveiro, o DJ Ravin, responsável pelo som eletrônico-multi-etno-cultural do Buddha Bar Paris e de inúmeras compilações por ele mixada, estará se apresentando no The Loft, Florianópolis, Santa Catarina.
Vou!? ainda não sei... são 3 horas de carro, pensando no trânsito... mas que dá vontade... dá...
No domingo de carnaval, dia 06 de fereveiro, o DJ Ravin, responsável pelo som eletrônico-multi-etno-cultural do Buddha Bar Paris e de inúmeras compilações por ele mixada, estará se apresentando no The Loft, Florianópolis, Santa Catarina.
Vou!? ainda não sei... são 3 horas de carro, pensando no trânsito... mas que dá vontade... dá...
quinta-feira, janeiro 27, 2005
segunda-feira, janeiro 17, 2005
primeiro post do ano!?
é... acho que sim... e já começando na correria... uma exposição no Sesc Água Verde em Curitiba... 2 pinturas prontas... 1 livro de artista... algumas datas como DJ fechadas... viagem a São Paulo, festa de aniversário da Carla Mustang, amigos, discotecagem... ou seja... 17 dias e muita coisa já aconteceu... e vai acontecer mais ainda...
então, vamos aos links...
primeiramente que, como DJ, faço parte do cast da mais nova agência de DJs do Centro-Sul do Brasil... a Connect DJs. O que irá possibilidar uma maior opções de festas para tocar...
Ah, sim... estou com um novo set de house, gravado ao vivo no Alternate DJs edição 125. O set contém alguns erros de mixagem, devido a problemas ligados a equipamentos. Mas como gostei do set, resolvi disponibilizá-lo. Para ouvir ou baixar, é só dar um pulo aqui: http://www.fernando.ribeiro.nom.br/DJ/sets/
bem... e nas buscas pelo google, deparei-me com o seguinte site http://www.techno.pl/ indicando 2 de meus sets que estão publicados na internet... será um reconhecimento "polaco"? rs
e por enquanto é só, pessoal!
é... acho que sim... e já começando na correria... uma exposição no Sesc Água Verde em Curitiba... 2 pinturas prontas... 1 livro de artista... algumas datas como DJ fechadas... viagem a São Paulo, festa de aniversário da Carla Mustang, amigos, discotecagem... ou seja... 17 dias e muita coisa já aconteceu... e vai acontecer mais ainda...
então, vamos aos links...
primeiramente que, como DJ, faço parte do cast da mais nova agência de DJs do Centro-Sul do Brasil... a Connect DJs. O que irá possibilidar uma maior opções de festas para tocar...
Ah, sim... estou com um novo set de house, gravado ao vivo no Alternate DJs edição 125. O set contém alguns erros de mixagem, devido a problemas ligados a equipamentos. Mas como gostei do set, resolvi disponibilizá-lo. Para ouvir ou baixar, é só dar um pulo aqui: http://www.fernando.ribeiro.nom.br/DJ/sets/
bem... e nas buscas pelo google, deparei-me com o seguinte site http://www.techno.pl/ indicando 2 de meus sets que estão publicados na internet... será um reconhecimento "polaco"? rs
e por enquanto é só, pessoal!
terça-feira, dezembro 21, 2004
não sou muito de ficar prestando atenção na estética de sites da internet... a 10 anos tive possibilidades para começar a entrar nesse ramo... mas não adianta, não é a minha praia! Há uns dois anos que fui entender a "mecânica" do sistema HTML... e olhe lá... paro por aí... nada de javascript e um pouco de Flash... acabou...
mas toda essa introdução é somente para dizer de como é difícil encontrar sites agradáveis ao olhar... bem formatados e com nexo... o Flash, apesar de ser uma ferramenta poderosíssima e de possibilitar inúmeras opções além-HTML, também se transformou em um meio comum... sites iguais é o que mais tem...
agora... sites de livrarias, sim... me dão medo... muita informação, muito texto, promoções, promoções e mais promoções... o sistema de busca tem que estar logo visível senão eu desisto de procurar no site... a maioria é assim... não dá a mínima vontade de "passear" pelo site...
E olhem só... enfim encontrei um site de uma livraria que é extremamente agradável, sem flash e deveras informativo: Livraria Osório... que é... nada mais nada menos que um SEBO...
e não é ironia, não... é o melhor Sebo de Curitiba com certeza... já encontrei livros importados novos lá... um deles é sobre o Dadá em Nova York... um livro maravilhoso e novo... vale a pena dar uma olhada lá...
sexta-feira, dezembro 17, 2004
chegando o fim de ano e as energias se esgotando... enfim... descanso...
colocando na balança a retrospectiva anual, vejo que foi positivo... extremamente positivo. Ando muito positivo, ultimamente...
eu havia entrado o ano com um projeto que não foi para frente... ano de eleições é complicado... mas uma semente foi plantada... não adianta... nós nos acostumamos a um sistema errado, viciado e quando vemos... estamos dando voltas...
tenho pensado muito nisso... para o próximo ano já pretendo dar uma atenção maior a minha carreira artística... produzir mais... também devo aprofundar mais em minhas pesquisas sobre performance... aliás... performance é o carro-chefe... é o começo... e por aí vai...
sabe... o conhecimento tem que crescer... independente de fonte... de onde surgiu, etc... a maquiagem, por aqui, é muito forte, pesada e representativa... e eu estou a cada momento, dando menos atenção para isso... ah, cansa, não!? sim... demais... e tenho coisas mais importantes a fazer, também... rs
colocando na balança a retrospectiva anual, vejo que foi positivo... extremamente positivo. Ando muito positivo, ultimamente...
eu havia entrado o ano com um projeto que não foi para frente... ano de eleições é complicado... mas uma semente foi plantada... não adianta... nós nos acostumamos a um sistema errado, viciado e quando vemos... estamos dando voltas...
tenho pensado muito nisso... para o próximo ano já pretendo dar uma atenção maior a minha carreira artística... produzir mais... também devo aprofundar mais em minhas pesquisas sobre performance... aliás... performance é o carro-chefe... é o começo... e por aí vai...
sabe... o conhecimento tem que crescer... independente de fonte... de onde surgiu, etc... a maquiagem, por aqui, é muito forte, pesada e representativa... e eu estou a cada momento, dando menos atenção para isso... ah, cansa, não!? sim... demais... e tenho coisas mais importantes a fazer, também... rs
terça-feira, dezembro 14, 2004
Amigo Secreto sempre é uma "surpresa"... qualquer expectativa é errada... e tudo que se espera... saia correndo... não dará certo...
Já faz tempos que desisti de "dar idéias" de quais presentes gostaria de ganhar. E por ser DJ, já reduz pela metade a possibilidade de ganhar algum CD de música...
Hoje rolou o Amigo Secreto aqui do trampo... e tive uma grata surpresa:

Já faz tempos que desisti de "dar idéias" de quais presentes gostaria de ganhar. E por ser DJ, já reduz pela metade a possibilidade de ganhar algum CD de música...
Hoje rolou o Amigo Secreto aqui do trampo... e tive uma grata surpresa:
e não é que, ao eu tentar atualizar uma foto no Orkut... fui sumariamente deletado! Depois falam que máquinas não têm sentimentos... acabei descobrindo que esse tal de Orkut é extremamente temperamental... heheh
mas já estou lá, novamente... agora, no seguinte link... e correndo atrás dos meus 250 "amigos orkutianos"... rs
http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=11492023943883601356
mas já estou lá, novamente... agora, no seguinte link... e correndo atrás dos meus 250 "amigos orkutianos"... rs
http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=11492023943883601356
quarta-feira, dezembro 08, 2004
bem... ok... voltei, voltei...
a questão que fui a São Paulo... mas numa ida muito bagunçada, consegui ver poucos amigos... uma pena... mas fiquei muito feliz de ver tantos outros...
Sempre é bom ir a Sampa... sempre é muito bom ir a São Paulo, é o ritmo, velocidade, diversidade, estar distante e próximo a cada momento... já falei diversas vezes... São Paulo me desestressa... totalmente...
e vi o Ian Pooley tocando... se já não fosse 'fã' dele, teria virado na hora... é aquela velha estória... sempre é bom ouvir gente boa tocando... seja banda, DJs, etc... é como sentar para ouvir um bom contador de 'causos'... sempre bom...
e teve Bienal, também... uma Bienal estranha... com um teor mais "diversificado", contando com muitos artistas sulamericanos, do leste europeu e Ásia... tinham coisas boas lá... pontuais... mas muito boas... pretendo no futuro voltar a falar disso...
Bem... e de aventuras em São Paulo (que já tenho uma coleção, entre elas, andar de Trólibus de S. Bernardo do Campo a São Paulo), a desta ida foi sair de carro, em pleno temporal, ali da Consolação e procurar o bairro Bom Retiro, sem mapas... atrás de uma churrascaria... após voltas e voltas "encontrá-la" na Marginal Tietê... a volta... muito trânsito, alagamento, desvios... uma boa diversão...
bem... a minha demora para atualizar isso aqui deve-se a muita correria. Muita festa... mas esse ano acaba bem e logo...
Aos amigos de Sampa que não consegui ver... em janeiro estarei de volta!
a questão que fui a São Paulo... mas numa ida muito bagunçada, consegui ver poucos amigos... uma pena... mas fiquei muito feliz de ver tantos outros...
Sempre é bom ir a Sampa... sempre é muito bom ir a São Paulo, é o ritmo, velocidade, diversidade, estar distante e próximo a cada momento... já falei diversas vezes... São Paulo me desestressa... totalmente...
e vi o Ian Pooley tocando... se já não fosse 'fã' dele, teria virado na hora... é aquela velha estória... sempre é bom ouvir gente boa tocando... seja banda, DJs, etc... é como sentar para ouvir um bom contador de 'causos'... sempre bom...
e teve Bienal, também... uma Bienal estranha... com um teor mais "diversificado", contando com muitos artistas sulamericanos, do leste europeu e Ásia... tinham coisas boas lá... pontuais... mas muito boas... pretendo no futuro voltar a falar disso...
Bem... e de aventuras em São Paulo (que já tenho uma coleção, entre elas, andar de Trólibus de S. Bernardo do Campo a São Paulo), a desta ida foi sair de carro, em pleno temporal, ali da Consolação e procurar o bairro Bom Retiro, sem mapas... atrás de uma churrascaria... após voltas e voltas "encontrá-la" na Marginal Tietê... a volta... muito trânsito, alagamento, desvios... uma boa diversão...
bem... a minha demora para atualizar isso aqui deve-se a muita correria. Muita festa... mas esse ano acaba bem e logo...
Aos amigos de Sampa que não consegui ver... em janeiro estarei de volta!
quarta-feira, novembro 24, 2004
eu vou... a Sampa agora eu...
depois de meses de planejamento, eu vou...
estava pensando aqui, esse ano não pisei em Sampa (tá... tirando Skol Beats... mas foi bate-e-volta...)
enfim, vou para fazer aquele tour... ver amigos, Ian Pooley na Lov.e, amigos, Bienal e amigos...
e estou para responder alguns e-mails... e ainda vou...
depois de meses de planejamento, eu vou...
estava pensando aqui, esse ano não pisei em Sampa (tá... tirando Skol Beats... mas foi bate-e-volta...)
enfim, vou para fazer aquele tour... ver amigos, Ian Pooley na Lov.e, amigos, Bienal e amigos...
e estou para responder alguns e-mails... e ainda vou...
quarta-feira, novembro 10, 2004
Está no ar o meu mais novo set de house music... caminhando por uma linha mais dançante, principalmente latin e funky house, este set foi feito pensando na noite mesmo... dançar...
então, ouçam e me digam o que acharam! ;)
http://www.fernando.ribeiro.nom.br/DJ/sets/
Eis o playlist:
1. DJ Chus & David Penn feat. Concha Buika - Will I (Mediterranean Vocal Mix) - Azuli
2. DJ Sneak - Que Pasa (Spanish Club Mix) - Robsoul
3. Penn & Jabato - Delicioso - Urbana
4. Harry Choo Choo Romero - Mongobonix (Milk & Sugar remix) - Milk & Sugar
5. Gabi Newman pres. Djembe - Tribalismo - Tribal Spain
6. JT Donaldson - Movin' Around (Makin' Music) - Amentmusic
7. The Ambassadors of Disco - Feelin' Alright (remix) - White
8. Tom Neville - Just Fuck (Original Mix) - Excess Music
9. Rubber Souls - Clap your Hands - Moody
10. Dukes of Sluca - Don't Stop (Sebstian Ingrosso remix) - Joia
11. Andrea T. Mendoza presents Alex Donati - Rock the House (Club mix) - Airplane
12. Kid Creme feat. Shurakano - Doing My Own Thing (Original mix) - Illegal Beats
então, ouçam e me digam o que acharam! ;)
http://www.fernando.ribeiro.nom.br/DJ/sets/
Eis o playlist:
1. DJ Chus & David Penn feat. Concha Buika - Will I (Mediterranean Vocal Mix) - Azuli
2. DJ Sneak - Que Pasa (Spanish Club Mix) - Robsoul
3. Penn & Jabato - Delicioso - Urbana
4. Harry Choo Choo Romero - Mongobonix (Milk & Sugar remix) - Milk & Sugar
5. Gabi Newman pres. Djembe - Tribalismo - Tribal Spain
6. JT Donaldson - Movin' Around (Makin' Music) - Amentmusic
7. The Ambassadors of Disco - Feelin' Alright (remix) - White
8. Tom Neville - Just Fuck (Original Mix) - Excess Music
9. Rubber Souls - Clap your Hands - Moody
10. Dukes of Sluca - Don't Stop (Sebstian Ingrosso remix) - Joia
11. Andrea T. Mendoza presents Alex Donati - Rock the House (Club mix) - Airplane
12. Kid Creme feat. Shurakano - Doing My Own Thing (Original mix) - Illegal Beats
segunda-feira, novembro 08, 2004
Estou fazendo minha sessão Werner Herzog... enfim... a anos que estava ensaiando para me defrontar com este cineasta e autor... e bem... só posso dizer que estou adorando...
neste fim-de-semana foram
- No Coração da Montanha
- Coração de Cristal
- Aguirre, a Cólera dos Deuses
- Cobra Verde
- Onde Sonham as Formigas Verdes...
e tem mais...
site oficial do Werner Herzog: http://www.wernerherzog.com/
neste fim-de-semana foram
- No Coração da Montanha
- Coração de Cristal
- Aguirre, a Cólera dos Deuses
- Cobra Verde
- Onde Sonham as Formigas Verdes...
e tem mais...
site oficial do Werner Herzog: http://www.wernerherzog.com/
quinta-feira, novembro 04, 2004
A questão... é que a performance art não é teatro... bato novamente nessa tecla porque vire-e-mexe alguém diz: performance é um tipo de teatro... e não é...
a performance art originou-se nas artes plásticas... os happenings, fluxus, body art são alguns 'fatores' pré-performance que a possibilitaram existir...
basicamente... na performance não há ator, personagem, como no teatro... o performer, o artista, é ele mesmo... é claro que há performance no teatro e na dança... e o que mais percebi é que performances-teatrais ainda respeitam muito a estrutura do teatro, seja de texto, personagem, etc...
nas artes visuais o performer trabalha com linguagem... o corpo e a ação são meios de expressão ou de criar significação...
na realidade... a performance é praticamente um ritual... ou pelo menos pode ser vista como tal. Mas estruturalmente, ela é semelhante ao ritual... há uma estrutura básica como num ritual... início, meio e fim... e mesmo assim, permite que a cada performance/ritual seja diferente, ou seja, há a possibilidade dentro desta estrutura de se ter um acaso, tempo e espaço são outros e, claro, o público é outro...
Pensemos num dos rituais mais conhecidos no mundo ocidental: a missa católica. Quando você vai a uma missa há um folheto que te proporciona toda a estrutura do ritual para que você possa acompanhar e participar, também. E este folheto pode ser seguido nas mais diversas igrejas da cidade, no entanto, conforme o padre, o público, o dia, o horário... nunca será algo igual... assim é a performance art... trabalha com todas essas subjetividades como num ritual...
a performance art originou-se nas artes plásticas... os happenings, fluxus, body art são alguns 'fatores' pré-performance que a possibilitaram existir...
basicamente... na performance não há ator, personagem, como no teatro... o performer, o artista, é ele mesmo... é claro que há performance no teatro e na dança... e o que mais percebi é que performances-teatrais ainda respeitam muito a estrutura do teatro, seja de texto, personagem, etc...
nas artes visuais o performer trabalha com linguagem... o corpo e a ação são meios de expressão ou de criar significação...
na realidade... a performance é praticamente um ritual... ou pelo menos pode ser vista como tal. Mas estruturalmente, ela é semelhante ao ritual... há uma estrutura básica como num ritual... início, meio e fim... e mesmo assim, permite que a cada performance/ritual seja diferente, ou seja, há a possibilidade dentro desta estrutura de se ter um acaso, tempo e espaço são outros e, claro, o público é outro...
Pensemos num dos rituais mais conhecidos no mundo ocidental: a missa católica. Quando você vai a uma missa há um folheto que te proporciona toda a estrutura do ritual para que você possa acompanhar e participar, também. E este folheto pode ser seguido nas mais diversas igrejas da cidade, no entanto, conforme o padre, o público, o dia, o horário... nunca será algo igual... assim é a performance art... trabalha com todas essas subjetividades como num ritual...
segunda-feira, novembro 01, 2004
bem... 16 anos de dinastia Lerner... e vamos para 20... ê cidadezinha conservadora, sô!!!
mas bem... falando em conservadorismo ou falta dele, ou talvez nada haver com isso... o projeto Alternate DJs, que ajudei a fundar em maio de 2002, que ocorre todas as terças-feiras, que alcançou as 121 edições... bem, está novamente de mudança... a parceria Alternate DJs e Nico Bar foi para o espaço... ou seja, vamos começar tuuuudo de novo... e digo, a maioria não percebe.. .mas cansa essa estória de ser DJ e promoter... além de tocarmos, temos que organizar a festa, fazer toda a divulgação e, claro... levar público...
não é a toa que nessa cidade vive fechando e abrindo bar... só querem saber de resultado imediato... é por isso que a cultura anda bem pobre por aqui... são poucos que trabalham (ou recebem apoio para trabalhar) a longo prazo...
mas bem... falando em conservadorismo ou falta dele, ou talvez nada haver com isso... o projeto Alternate DJs, que ajudei a fundar em maio de 2002, que ocorre todas as terças-feiras, que alcançou as 121 edições... bem, está novamente de mudança... a parceria Alternate DJs e Nico Bar foi para o espaço... ou seja, vamos começar tuuuudo de novo... e digo, a maioria não percebe.. .mas cansa essa estória de ser DJ e promoter... além de tocarmos, temos que organizar a festa, fazer toda a divulgação e, claro... levar público...
não é a toa que nessa cidade vive fechando e abrindo bar... só querem saber de resultado imediato... é por isso que a cultura anda bem pobre por aqui... são poucos que trabalham (ou recebem apoio para trabalhar) a longo prazo...
sexta-feira, outubro 22, 2004
terça-feira, outubro 19, 2004
O Chamb me 'lembrou' que hoje é o dia de Niue, mais precisamente, o dia da independência de Niue... para quem não sabe, Niue é a minha terra-ilha-exótica-natal-orkutiana... o que posso considerar como uma segunda casa... extremamente agradável, turística e que até caminho de ciclones faz parte... emoção total!
Ah! Chamb, em Niue tem palmeiras, viu!!!
sexta-feira, outubro 15, 2004
segunda-feira, outubro 11, 2004
Adivinha quem apareceu!?
sim, sim... este blog anda meio parado... aqui fora, a correria é grande... e o rapaz aqui só sabe inventar moda... é trabalhar com material gráfico, com artes visuais, performance e DJ... dá nisso... mas não tenho o que reclamar... minimamente... na realidade este está sendo um ano de ótimos retornos... tanto em música quanto em artes visuais... sempre fico com a impressão de que ando fazendo pouco, creio que isso seja resultado do tempo passando muito rápido... às vezes tenho a impressão que ainda tenho muito a fazer... mas sempre chego a conclusão que isto é certo... não sei se é sadismo, mas que às vezes escolhemos os caminhos mais difíceis, complicados para se resolver algo... mas bem, faz pelo menos 10 anos que faço assim... e sei que quando há retorno, ele é muito mais agradável...
Então... já que estou por aqui... aí vão as novidades:
• terça-feira da semana que vem estarei apresentando a performance Eu e o Público na Casa Hoffman... depois coloco maiores informações do projeto que me convidou a participar...
• tem set novo na área... ainda não está em minhas mãos, mas foi gravado sábado, na Bomb The Basement 6a. Edição... ou seja, cheio de erros mas divertido... estou louco para ouví-lo!
Passado as novidades... vamos ao trabalho... amanhã tem Alternate DJs no Nico (eu não contei aqui!? faz 2 meses que nos mudamos para o Nico!!! R. João Negrão, 45 - Curitiba - PR) - edição 119! Vamos que vamos!
sim, sim... este blog anda meio parado... aqui fora, a correria é grande... e o rapaz aqui só sabe inventar moda... é trabalhar com material gráfico, com artes visuais, performance e DJ... dá nisso... mas não tenho o que reclamar... minimamente... na realidade este está sendo um ano de ótimos retornos... tanto em música quanto em artes visuais... sempre fico com a impressão de que ando fazendo pouco, creio que isso seja resultado do tempo passando muito rápido... às vezes tenho a impressão que ainda tenho muito a fazer... mas sempre chego a conclusão que isto é certo... não sei se é sadismo, mas que às vezes escolhemos os caminhos mais difíceis, complicados para se resolver algo... mas bem, faz pelo menos 10 anos que faço assim... e sei que quando há retorno, ele é muito mais agradável...
Então... já que estou por aqui... aí vão as novidades:
• terça-feira da semana que vem estarei apresentando a performance Eu e o Público na Casa Hoffman... depois coloco maiores informações do projeto que me convidou a participar...
• tem set novo na área... ainda não está em minhas mãos, mas foi gravado sábado, na Bomb The Basement 6a. Edição... ou seja, cheio de erros mas divertido... estou louco para ouví-lo!
Passado as novidades... vamos ao trabalho... amanhã tem Alternate DJs no Nico (eu não contei aqui!? faz 2 meses que nos mudamos para o Nico!!! R. João Negrão, 45 - Curitiba - PR) - edição 119! Vamos que vamos!
segunda-feira, setembro 27, 2004
Eis o evento do qual estarei participando nesta quarta-feira!
Quarta-feira às 20 horas : “Ocupação do Espaço Público”
"Quem habita este planeta não é o Homem, mas os homens. A pluralidade é a lei da Terra".
(Hanna Arendt)
Michele Moura (Bailarina)
Henrique Saidel (Diretor Teatral)
Newton Goto (Artista Multipadronagem)
Tom Lisboa (Artista Visual, Mestre em Comunicação e Linguagens)
Fernando Ribeiro (Artista Plástico e DJ)
E o público
Segundo Hannah Arendt em “A Condição Humana”: “O termo “ público ” denota dois fenômenos intimamente correlatos mas não perfeitamente idênticos. Significa, em primeiro lugar, que tudo o que vem à público pode ser visto e ouvido por todos e tem a maior divulgação possível...Em segundo lugar, o termo “público” significa o próprio mundo, na medida em que é comum à todos nós e diferente do lugar que nos cabe dentro dele.”
Pensar a experiência artística no espaço de realização da condição humana.
* O projeto Amigos dos Amigos que ocorre em Curitiba entre os meses de setembro e dezembro de 2004 é uma iniciativa do diretor teatral Fábio Salvatti,da atriz Ana Clara Fischer e da artista/pesquisadora Margit Leisner.
“Amigos dos Amigos” sugere formalmente uma ação de representação de meios de cooperação entre artistas locais. Formas que se originam de afinidades geográficas, da identificação dos “nós” de uma rede e de relações de troca subjetiva entre os “nós”.
Há ainda outras possibilidades de denotação desta “grife”. Neste aspecto, ”Amigos dos Amigos”, no espaço de representação que é o palco, vem re-significar a noção de ocupação relacionada às denotações que seguem:
Na Internet, é cada vez mais comum a prática indiscriminada do SPAM, envio de correspondência eletrônica com anúncios comerciais, campanhas eleitorais, anedotas e demais material caracterizado como “Lixo Eletrônico”. Uma das atuais modalidades de SPAM tem sido a prática do FoF (Friends of Friends), que é o envio dessa correspondência pouco relevante para uma lista de “amigos” e também para a lista de “amigos dos amigos”.
No dia 13 de junho de 1994 o chefe do tráfico de drogas do Complexo do Alemão (RJ), Orlando Jogador, foi assassinado por Uê, o “dono” do Morro do Adeus. Os dois eram líderes do Comando Vermelho que estavam em liberdade naquele momento. Uê foi expulso do CV e criou junto com Celsinho da Vila Vintém o “Amigos dos Amigos”, que se associou ao Terceiro Comando e se tornou a facção mais violenta do crime organizado no Brasil. Uê foi assassinado em 2002, dentro do presídio de Bangu 1, a mando de Fernandinho Beira-Mar, integrante do CV e um de seus principais desafetos.
“Amigos dos Amigos” é também um eufemismo que se refere ao “toma lá, dá cá”, ao “jeitinho”, às práticas políticas menos nobres, como o loteamento de cargos públicos, o tráfico de influências, a corrupção ativa e passiva em nosso país.
O tema do presente projeto é a ocupação de espaços através de colaborações. Por isso a escolha do nome que está associado ao mesmo tempo, à tomada inescrupulosa do espaço virtual; a consolidação de um “poder paralelo” que ocupa tanto um espaço geográfico quanto jurídico; e a indistinção entre os espaços públicos e privados na gestão do poder público.
No presente projeto estão envolvidos mais de 60 artistas, dentre equipes das leituras dramáticas e convidados para os encontros.
Tenha um bom dia e acompanhe a programação.
? “Elisaveta Bam” – Daniil Charms (Rússia) 28.09
? Ocupação do Espaço Público 29.09
? “A Velha” – Daniil Charms 12.10
? A Formação do Artista 13.10
? “Mulheres sonharam Cavalos” – Daniel Veronese (Argentina) 19.10
? O Exercício da Crítica 20.10
? “Open House” - Daniel Veronese 26.20
? Grife em Arte 27.10
? “Casamento Palavrakis” – Angélica Liddel (Catalunha) 23.11
? Tecnologia x Ditadura da Forma 24.11
? “A Falsa Suicída” - Angélica Liddel 07.12
Terrorismo Poético 08.12
Quarta-feira às 20 horas : “Ocupação do Espaço Público”
"Quem habita este planeta não é o Homem, mas os homens. A pluralidade é a lei da Terra".
(Hanna Arendt)
Michele Moura (Bailarina)
Henrique Saidel (Diretor Teatral)
Newton Goto (Artista Multipadronagem)
Tom Lisboa (Artista Visual, Mestre em Comunicação e Linguagens)
Fernando Ribeiro (Artista Plástico e DJ)
E o público
Segundo Hannah Arendt em “A Condição Humana”: “O termo “ público ” denota dois fenômenos intimamente correlatos mas não perfeitamente idênticos. Significa, em primeiro lugar, que tudo o que vem à público pode ser visto e ouvido por todos e tem a maior divulgação possível...Em segundo lugar, o termo “público” significa o próprio mundo, na medida em que é comum à todos nós e diferente do lugar que nos cabe dentro dele.”
Pensar a experiência artística no espaço de realização da condição humana.
* O projeto Amigos dos Amigos que ocorre em Curitiba entre os meses de setembro e dezembro de 2004 é uma iniciativa do diretor teatral Fábio Salvatti,da atriz Ana Clara Fischer e da artista/pesquisadora Margit Leisner.
“Amigos dos Amigos” sugere formalmente uma ação de representação de meios de cooperação entre artistas locais. Formas que se originam de afinidades geográficas, da identificação dos “nós” de uma rede e de relações de troca subjetiva entre os “nós”.
Há ainda outras possibilidades de denotação desta “grife”. Neste aspecto, ”Amigos dos Amigos”, no espaço de representação que é o palco, vem re-significar a noção de ocupação relacionada às denotações que seguem:
Na Internet, é cada vez mais comum a prática indiscriminada do SPAM, envio de correspondência eletrônica com anúncios comerciais, campanhas eleitorais, anedotas e demais material caracterizado como “Lixo Eletrônico”. Uma das atuais modalidades de SPAM tem sido a prática do FoF (Friends of Friends), que é o envio dessa correspondência pouco relevante para uma lista de “amigos” e também para a lista de “amigos dos amigos”.
No dia 13 de junho de 1994 o chefe do tráfico de drogas do Complexo do Alemão (RJ), Orlando Jogador, foi assassinado por Uê, o “dono” do Morro do Adeus. Os dois eram líderes do Comando Vermelho que estavam em liberdade naquele momento. Uê foi expulso do CV e criou junto com Celsinho da Vila Vintém o “Amigos dos Amigos”, que se associou ao Terceiro Comando e se tornou a facção mais violenta do crime organizado no Brasil. Uê foi assassinado em 2002, dentro do presídio de Bangu 1, a mando de Fernandinho Beira-Mar, integrante do CV e um de seus principais desafetos.
“Amigos dos Amigos” é também um eufemismo que se refere ao “toma lá, dá cá”, ao “jeitinho”, às práticas políticas menos nobres, como o loteamento de cargos públicos, o tráfico de influências, a corrupção ativa e passiva em nosso país.
O tema do presente projeto é a ocupação de espaços através de colaborações. Por isso a escolha do nome que está associado ao mesmo tempo, à tomada inescrupulosa do espaço virtual; a consolidação de um “poder paralelo” que ocupa tanto um espaço geográfico quanto jurídico; e a indistinção entre os espaços públicos e privados na gestão do poder público.
No presente projeto estão envolvidos mais de 60 artistas, dentre equipes das leituras dramáticas e convidados para os encontros.
Tenha um bom dia e acompanhe a programação.
? “Elisaveta Bam” – Daniil Charms (Rússia) 28.09
? Ocupação do Espaço Público 29.09
? “A Velha” – Daniil Charms 12.10
? A Formação do Artista 13.10
? “Mulheres sonharam Cavalos” – Daniel Veronese (Argentina) 19.10
? O Exercício da Crítica 20.10
? “Open House” - Daniel Veronese 26.20
? Grife em Arte 27.10
? “Casamento Palavrakis” – Angélica Liddel (Catalunha) 23.11
? Tecnologia x Ditadura da Forma 24.11
? “A Falsa Suicída” - Angélica Liddel 07.12
Terrorismo Poético 08.12
segunda-feira, setembro 20, 2004
e sim... claro que já voltei e ando correndo com várias coisas... e de modo algum abandonei esse espaço... mas já estou me preparando para utilizá-lo para alguns escritos...
algo relacionado a Orlan...
P.S.: a muito tempo eu havia lido... mas somente retomando que fui prestar atenção... a primeira operação-performance de Orlan data de 1990, que ela fez aos 43 anos... ou seja... um trabalho carregado de uma certa maturidade e reflexão que a idade e experiência podem proporcionar
P.S.: a muito tempo eu havia lido... mas somente retomando que fui prestar atenção... a primeira operação-performance de Orlan data de 1990, que ela fez aos 43 anos... ou seja... um trabalho carregado de uma certa maturidade e reflexão que a idade e experiência podem proporcionar
quinta-feira, setembro 02, 2004
comecei um comentário no blog da Mary e resolvi transportar para cá... uma porque lá não dá para escrever muito... e outra porque estava virando um post mesmo...
Pollock é um caso clássico do gênio artístico não intelectualizado. Extremamente instintivo, ele consegue quebrar paradigmas sem necessitar 'estudar'. Não precisa. E quem adora isso são os críticos de arte, até hoje. Muitos críticos odeiam artistas que falam, que criam teorias etc, pois simplesmente acham que esse é o papel do crítico. Um pensamento meio retrógrado não!? O artista pode ser intelectual, também!
Pois bem, voltando ao assunto... No caso do Pollock ouve uma guerra clássica: Greenberg x Rosenberg... havia algo novo, uma real pintura norte-americana, incompreendida pelo grande público.. foi uma guerra de termos e quase possessões. Greenberg foi um crítico formalista... o formalismo era o seu terreno. O discurso dele é ligado as formas, ele trata de colocar o Pollock como continuação de uma tradição da pintura que vem desde Giotto passa por Cezzane e culmina em Pollock. Deve se ter em mente que havia um mercado próspero de arte e o crítico era o responsável por essa junção. Artista, mercado, público. Pollock era "a menina dos olhos" de Greenberg... e este crítico fez escola, presente até hoje.
Já Rosenberg trilhou outro caminho da crítica, ele não ligava os artistas do Expressionismo abstrato a uma tradição. Pelo contrário, ele dizia que esses eram os primeiros artistas norte-americanos realmente, ou seja, eles tinham algo de inovador. A inovação era a action painting, ou seja, de colocar dentro da pintura a ação de pintar, de se introduzir na pintura. Mas Rosenberg falou mais sobre De Kooning e na década de 50 já indicava a ascensão dos artistas da Pop Art...
Quanto a esse tema e diversos outros, eu sempre falo do livro Modernismo em Disputa, que foi lançado no Brasil pela Cosac & Naif. Para mim este é o melhor livro sobre a história da arte contemporânea, por começar na década de 30. Da depressão, da verba do governo norte-americano para patrocinar uma arte/cultura voltada a uma reconstrução do espírito norte-americano, o Pollock figurativo, Vanguarda e Kitsch do Greenberg e sua posição mais a esquerda... e como tudo isso, depois da 2a. Guerra mudou, ele mais voltado para a direita, as brigas dos críticos, a Pop Art, o Minimalismo, a briga de Michael Fried com Donald Judd (crítico x artista intelectual), a Land Art, toda onda contra a guerra do Vietnam, arte conceitual, e praticamente o livro culmina com o fim da década de 80. Todo o livro percorre uma linha sociológica, proporcionando uma excelente riqueza em termos de fatos e contexto, assim como as teorias vigentes.
Pollock é um caso clássico do gênio artístico não intelectualizado. Extremamente instintivo, ele consegue quebrar paradigmas sem necessitar 'estudar'. Não precisa. E quem adora isso são os críticos de arte, até hoje. Muitos críticos odeiam artistas que falam, que criam teorias etc, pois simplesmente acham que esse é o papel do crítico. Um pensamento meio retrógrado não!? O artista pode ser intelectual, também!
Pois bem, voltando ao assunto... No caso do Pollock ouve uma guerra clássica: Greenberg x Rosenberg... havia algo novo, uma real pintura norte-americana, incompreendida pelo grande público.. foi uma guerra de termos e quase possessões. Greenberg foi um crítico formalista... o formalismo era o seu terreno. O discurso dele é ligado as formas, ele trata de colocar o Pollock como continuação de uma tradição da pintura que vem desde Giotto passa por Cezzane e culmina em Pollock. Deve se ter em mente que havia um mercado próspero de arte e o crítico era o responsável por essa junção. Artista, mercado, público. Pollock era "a menina dos olhos" de Greenberg... e este crítico fez escola, presente até hoje.
Já Rosenberg trilhou outro caminho da crítica, ele não ligava os artistas do Expressionismo abstrato a uma tradição. Pelo contrário, ele dizia que esses eram os primeiros artistas norte-americanos realmente, ou seja, eles tinham algo de inovador. A inovação era a action painting, ou seja, de colocar dentro da pintura a ação de pintar, de se introduzir na pintura. Mas Rosenberg falou mais sobre De Kooning e na década de 50 já indicava a ascensão dos artistas da Pop Art...
Quanto a esse tema e diversos outros, eu sempre falo do livro Modernismo em Disputa, que foi lançado no Brasil pela Cosac & Naif. Para mim este é o melhor livro sobre a história da arte contemporânea, por começar na década de 30. Da depressão, da verba do governo norte-americano para patrocinar uma arte/cultura voltada a uma reconstrução do espírito norte-americano, o Pollock figurativo, Vanguarda e Kitsch do Greenberg e sua posição mais a esquerda... e como tudo isso, depois da 2a. Guerra mudou, ele mais voltado para a direita, as brigas dos críticos, a Pop Art, o Minimalismo, a briga de Michael Fried com Donald Judd (crítico x artista intelectual), a Land Art, toda onda contra a guerra do Vietnam, arte conceitual, e praticamente o livro culmina com o fim da década de 80. Todo o livro percorre uma linha sociológica, proporcionando uma excelente riqueza em termos de fatos e contexto, assim como as teorias vigentes.
ausente... mas não muito...
na realidade estou organizando minha vida por aqui... organizando meu material, sites, etc... é que pintou muitas ferramentas e que, enfim, após um período de adaptação, estou conseguindo direcioná-las para os meus interesses. Além deste blog, vocês podem me encontrar nos seguintes links:
Página Pessoal: direcionando-se para informações fixas, aqui você pode encontrar fotos de meus trabalhos artísticos, pinturas, performances além das reportagens que saíram no jornal.
Orkut: também estou lá
Fernando Ribeiro no Multiply: esta ferramenta está me proporcionando organizar meu calendário de eventos além de permitir montar álbuns de fotografia. Lá já há fotos de algumas de minhas performances assim como da oficina que eu dei ano passado O Corpo e o Espaço - Uma introdução a Performance Art.
Ah, sim... estou preparando mais coisas para cá, também!
na realidade estou organizando minha vida por aqui... organizando meu material, sites, etc... é que pintou muitas ferramentas e que, enfim, após um período de adaptação, estou conseguindo direcioná-las para os meus interesses. Além deste blog, vocês podem me encontrar nos seguintes links:
Página Pessoal: direcionando-se para informações fixas, aqui você pode encontrar fotos de meus trabalhos artísticos, pinturas, performances além das reportagens que saíram no jornal.
Orkut: também estou lá
Fernando Ribeiro no Multiply: esta ferramenta está me proporcionando organizar meu calendário de eventos além de permitir montar álbuns de fotografia. Lá já há fotos de algumas de minhas performances assim como da oficina que eu dei ano passado O Corpo e o Espaço - Uma introdução a Performance Art.
Ah, sim... estou preparando mais coisas para cá, também!
segunda-feira, agosto 30, 2004
bem, pensando sobre performance... falando um pouco sobre o problema na criação em performance... na analogia entre criação em pintura e performance... muitos pintores auto-ditadas, que têm uma pintura simples, praticamente ingênua, são considerados naïfs...
quantas performances naïfs não existe por aí?
gostei do termo, vou começar a usar!
quantas performances naïfs não existe por aí?
gostei do termo, vou começar a usar!
segunda-feira, agosto 23, 2004
A Performance Art ainda sofre de um grande problema, que o falecido Renato Cohen* já havia indicado na década de 80. A falta de informação, conhecimento e uma certa profundidade na linguagem performance e no modo de criação. Quando falo em Performance Art, refiro-me, principalmente, a performance ligada às artes visuais, que é a minha área.
O que eu vejo muito, por aqui e por aí, são artistas que têm uma idéia (quando não vaga idéia) de uma ação e fazem "uma performance". Deixando claro que qualquer artista pode fazer uma performance. Obviamente, isso é um erro. Mas em geral, não parece.
A criação em performance, é criação, antes de mais nada. Criar uma performance é como criar uma pintura ou uma escultura. Há um processo intelectual, experimental, conceitual. E tudo isto envolve a compreensão da linguagem performance. O estudo do meio performance art.
No entanto, é visível que não há uma preocupação ao criar uma performance do mesmo modo que seria uma pintura. O contato com a performance art e criação, exploração deste meio, é praticamente um método auto-didata. Com um certo apoio, assim que me direcionei a este meio. Mas tive a preocupação de estudar, tanto história quanto teoria. Procurar livros, textos, imagem. Saber o que foi e o que é, para realmente começar a criar performance.
E em geral, o que sinto, é a ausência de um real conhecimento do que este meio artístico pode proporcionar e alcançar. Pois em grande parte das performances que tenho visto, é perceptível que o artista não tem conhecimento do potencial deste meio, de que a performance possibilita a união de processo e obra final, que ela parte de uma linguagem mas atinge o nível da comunicação direta, poiética e estética, consciente e inconsciente, conceitual e experimental, o intelectual e o sensível... ou seja, a performance atinge os mais variados níveis da compreensão humana... e isso, pouco se vê!
* O Renato Cohen a que me refiro não é o DJ, mas o diretor de teatro e principal teórico brasileiro sobre performance, que faleceu no ano passado, de um ataque fulminante de coração.
O que eu vejo muito, por aqui e por aí, são artistas que têm uma idéia (quando não vaga idéia) de uma ação e fazem "uma performance". Deixando claro que qualquer artista pode fazer uma performance. Obviamente, isso é um erro. Mas em geral, não parece.
A criação em performance, é criação, antes de mais nada. Criar uma performance é como criar uma pintura ou uma escultura. Há um processo intelectual, experimental, conceitual. E tudo isto envolve a compreensão da linguagem performance. O estudo do meio performance art.
No entanto, é visível que não há uma preocupação ao criar uma performance do mesmo modo que seria uma pintura. O contato com a performance art e criação, exploração deste meio, é praticamente um método auto-didata. Com um certo apoio, assim que me direcionei a este meio. Mas tive a preocupação de estudar, tanto história quanto teoria. Procurar livros, textos, imagem. Saber o que foi e o que é, para realmente começar a criar performance.
E em geral, o que sinto, é a ausência de um real conhecimento do que este meio artístico pode proporcionar e alcançar. Pois em grande parte das performances que tenho visto, é perceptível que o artista não tem conhecimento do potencial deste meio, de que a performance possibilita a união de processo e obra final, que ela parte de uma linguagem mas atinge o nível da comunicação direta, poiética e estética, consciente e inconsciente, conceitual e experimental, o intelectual e o sensível... ou seja, a performance atinge os mais variados níveis da compreensão humana... e isso, pouco se vê!
* O Renato Cohen a que me refiro não é o DJ, mas o diretor de teatro e principal teórico brasileiro sobre performance, que faleceu no ano passado, de um ataque fulminante de coração.
quarta-feira, agosto 11, 2004
e esse fim-de-semana promete...
vou tocar no projeto Vibrate, a partir das 00h00, no Nico - R. João Negrão, 45 (junto da Pça. Santos Andrade), na sexta... e no sábado vou tocar no Rancho Mattei Manzi, na Bacardi BPM as 22h30 e depois da meia-noite, no Nico novamente, mas no projeto Bomb the Basement, no qual eu sou um dos residentes...
e logo vou botar isso aqui para funcionar... pois ando estudando... e agora tenho que escrever...
vou tocar no projeto Vibrate, a partir das 00h00, no Nico - R. João Negrão, 45 (junto da Pça. Santos Andrade), na sexta... e no sábado vou tocar no Rancho Mattei Manzi, na Bacardi BPM as 22h30 e depois da meia-noite, no Nico novamente, mas no projeto Bomb the Basement, no qual eu sou um dos residentes...
e logo vou botar isso aqui para funcionar... pois ando estudando... e agora tenho que escrever...
sexta-feira, agosto 06, 2004
E ontem abriu a Continuum... mostra internacional de arte digital, no Moinho Rebouças... e o evento continua hoje e amanhã, das 20 as 23 horas.
e eu fiquei responsável pela música eletrônica, discotecando no lugar. Saíram duas matérias na Gazeta do Povo, uma domingo e outra ontem. Na de domingo, sobre minha pessoa, estava descrita bem assim: "músico e artista plástico, DJ, performer e pau-pra-toda-obra Fernando Ribeiro". E pode!? pode!
A questão é que eu somente iria me apresentar como DJ, mas numa visita durante a tarde, fiquei sabendo que estavam perguntando se eu iria apresentar uma performance. E acabei apresentando! A "Eu e o Público", pela quinta vez.
O bom de performance é que é processo, na hora. Por mais que eu apresente novamente, nunca vai ser a mesma coisa, mudança de espaço, público, horário, temperatura, umidade, etc... Acaba que performance é, de certo modo, um objeto único, por uma certa duração de tempo. Até o momento esse foi o maior espaço em que apresentei tal performance. E isso me lembrou do projeto de apresentar essa mesma performance no pátio central do Conjunto Nacional, na Paulista, que ano passado não foi para frente porque pintou o MIP. Quem sabe ainda esse ano!?
Talvez hoje eu apresente novamente esta performance... amanhã é mais provável.
terça-feira, agosto 03, 2004
Faz uns 2 anos e meio que eu comecei a andar pelo meio de música eletrônica curitibano. Uma experiência nova que agora vai se transformando em velha... na realidade pouca coisa muda dentre os outros meios que andei. Mas tem uma coisa que anda me incomodando, principalmente lendo fóruns sobre o assunto: a mitificação.
Olha, acho que desde a década de 80 não vejo tanta mitificação, deusificação, quanto era a dos Supers Stars... lembram disso!? Hoje, na música eletrônica em Curitiba, é quanto aos DJs. Se você falar mal de um desses DJs Mitos, prepare-se para ser apedrejado em praça pública, escurraçado, por mais que você tenha razão. E o mais divertido é que esses DJs Mitos muitas vezes estão longe dessa realidade da mitificação, não ajudaram diretamente para que isso acontecesse.
Creio que isto seja um certo tipo de fundamentalismo cultural, onde as pessoas são inseridas dentro de um contexto com conceitos de verdade já impostos. É muito parecido com algo do tipo talibã, ou mesmo qualquer extremo, seja de direita, esquerda, etc... Há quase uma religião fundamentalista atrás de alguns DJs...
Fato engraçado no meio eletrônico curitibano: muito se fala... e somente se fala. Quer dizer... pensando bem não é só no meio eletrônico não. Em Curitiba tudo é publicidade, no sentido de estar e ser visto no público. Ou seja, se você fala que faz ou mesmo se você fala e fala e fala... não precisa fazer, isso já basta. Numa discussão sobre qual DJ que o 'povo' quer ver aqui em Curitiba, além dos DJs-Mitos outros não, surge um nome curioso, o Julião. DJ do underground paulista, até a pouco tempo atrás só se ouvia uma pessoa clamar por seu nome aqui na cidade. Sim, ele ainda não é um DJ-mito. Pode ser e creio que para ele não vai fazer nenhuma diferença. Mas a questão é que o povo 'clama' por Julião... ele tem que vir... o impressionante é que recentemente ele veio... faz uns 2 meses, e desse povo se apareceu 1 ou 2, foi muito, pois o público da noite foram de 6 pessoas.
A dúvida que surge, já que este fenômeno é algo recente, os DJ-Mitos conseguem carregar o povo!? Pois o povo fala, mas não se sabe a garantia de sua presença...
Olha, acho que desde a década de 80 não vejo tanta mitificação, deusificação, quanto era a dos Supers Stars... lembram disso!? Hoje, na música eletrônica em Curitiba, é quanto aos DJs. Se você falar mal de um desses DJs Mitos, prepare-se para ser apedrejado em praça pública, escurraçado, por mais que você tenha razão. E o mais divertido é que esses DJs Mitos muitas vezes estão longe dessa realidade da mitificação, não ajudaram diretamente para que isso acontecesse.
Creio que isto seja um certo tipo de fundamentalismo cultural, onde as pessoas são inseridas dentro de um contexto com conceitos de verdade já impostos. É muito parecido com algo do tipo talibã, ou mesmo qualquer extremo, seja de direita, esquerda, etc... Há quase uma religião fundamentalista atrás de alguns DJs...
Fato engraçado no meio eletrônico curitibano: muito se fala... e somente se fala. Quer dizer... pensando bem não é só no meio eletrônico não. Em Curitiba tudo é publicidade, no sentido de estar e ser visto no público. Ou seja, se você fala que faz ou mesmo se você fala e fala e fala... não precisa fazer, isso já basta. Numa discussão sobre qual DJ que o 'povo' quer ver aqui em Curitiba, além dos DJs-Mitos outros não, surge um nome curioso, o Julião. DJ do underground paulista, até a pouco tempo atrás só se ouvia uma pessoa clamar por seu nome aqui na cidade. Sim, ele ainda não é um DJ-mito. Pode ser e creio que para ele não vai fazer nenhuma diferença. Mas a questão é que o povo 'clama' por Julião... ele tem que vir... o impressionante é que recentemente ele veio... faz uns 2 meses, e desse povo se apareceu 1 ou 2, foi muito, pois o público da noite foram de 6 pessoas.
A dúvida que surge, já que este fenômeno é algo recente, os DJ-Mitos conseguem carregar o povo!? Pois o povo fala, mas não se sabe a garantia de sua presença...
segunda-feira, julho 26, 2004
ok... depois de algum esforço... e muito tempo e paciência... saiu do forno os meus sets...
o set de downtempo foi ao vivo numa Alternate DJs e o de house foi o set que toquei na última Bomb the Basement.
O set de house não está tudo aquilo, foi gravado um pouco na correria e no final tem uns probleminhas que devo consertar logo, mas acho que já dá para ter uma idéía...
Então... esses dois sets são um bom resumo do meu trabalho como DJ... tanto para lounge quanto para a noite...
E o de downtempo, para quem não conhece o estilo, tem boas coisas ali que dão uma geral sobre o estilo.
o link é o seguinte:
http://www.fernando.ribeiro.nom.br/DJ/sets/
Então... ouçam... e depois digam-me o que acham!
o set de downtempo foi ao vivo numa Alternate DJs e o de house foi o set que toquei na última Bomb the Basement.
O set de house não está tudo aquilo, foi gravado um pouco na correria e no final tem uns probleminhas que devo consertar logo, mas acho que já dá para ter uma idéía...
Então... esses dois sets são um bom resumo do meu trabalho como DJ... tanto para lounge quanto para a noite...
E o de downtempo, para quem não conhece o estilo, tem boas coisas ali que dão uma geral sobre o estilo.
o link é o seguinte:
http://www.fernando.ribeiro.nom.br/DJ/sets/
Então... ouçam... e depois digam-me o que acham!
terça-feira, julho 20, 2004
ontem eu me toquei de um problema de agenda...
sexta-feira, dia 03 de setembro, o DJ Dimitri from Paris estará em São Paulo... e sim... eu faria tudo para o ir ver... já estava tudo programado... vai na sexta e passa o fim-de-semana em Sampa... perfeito! O Dimitri é uma das maiores influências minhas, como DJ... vê-lo tocar seria algo, como foi ver o Echo and Bunnymen em 99, por aqui...
pois bem... e ontem fui me tocar que já há um planejamento anterior para a tal sexta-feira... é véspera de um looongo feriado e irei me retirar para àqueles canyons na divisa de SC/RS... entrei num dilema!? não... o Dimitri fica para uma próxima... rs
como a Tháis... me falou esses dias... você gostou mesmo daquele lugar, hein!? rs sim!
sexta-feira, dia 03 de setembro, o DJ Dimitri from Paris estará em São Paulo... e sim... eu faria tudo para o ir ver... já estava tudo programado... vai na sexta e passa o fim-de-semana em Sampa... perfeito! O Dimitri é uma das maiores influências minhas, como DJ... vê-lo tocar seria algo, como foi ver o Echo and Bunnymen em 99, por aqui...
pois bem... e ontem fui me tocar que já há um planejamento anterior para a tal sexta-feira... é véspera de um looongo feriado e irei me retirar para àqueles canyons na divisa de SC/RS... entrei num dilema!? não... o Dimitri fica para uma próxima... rs
como a Tháis... me falou esses dias... você gostou mesmo daquele lugar, hein!? rs sim!
quarta-feira, julho 14, 2004
eu acredito que estou no momento mais bloguístico desse meu blog... ou seja, quase nunca escrevo e quando escrevo é para falar sobre mim... pouco escrevo... mas para mim já é muito. Não é muito o meu costume, mas como não ando estudando muito e o tempo anda curto, pois ando agindo muito praticamente, acabo não tendo muito o falar além do que está mais próximo...
é claro que lembro, com um certo orgulho, de posts sobre Orlan, Hermann Nitsch, Stelarc, Arte e Feminismo, textos de produção própria que surgiram a partir de estudos meus e que, após devidademente interpretados e compreendidos, os coloquei aqui... os meus conhecimentos. Pensando nisso, eu realmente consegui utilizar este meio dentro a idéia inicial.
antes que pensem que estou para sumir com esse espaço, "matar o blog" e coisas do gênero... não é nada disso, o contrário, possivelmente. Eu "pego no tranco" com as coisas... paro por um período e às vezes um ponta-pé vem bem a calhar.
Escrevo tudo isso pois estou no início de mais um processo, estou relembrando de algumas coisas, retomando outras... direcionando-me... a estória de você estudar o seu próprio processo criativo, o que ocorreu na minha graduação, pode ser transformada em método e ser colocada na ótica de estudar simplesmente o seu processo... das coisas gerais, comuns. Creio que é isto que ando fazendo... estudando meu próprio processo... e deste processo vou levando a outro e outro e outro...
Ontem... ontem fez 10 anos que eu trabalho com carteira assinada... desde o início do mês eu estava pensando isso e logo ontem acabei esquecendo-me... a 10 anos começou um processo, que já partira de outro... a 10 anos começou a labuta... da qual, por mais que se modifique no tempo, eu não largo... muito eu alcancei, assim como muito há para eu alcançar... e quem diria que um office boy de banco seria eu hoje...
é claro que lembro, com um certo orgulho, de posts sobre Orlan, Hermann Nitsch, Stelarc, Arte e Feminismo, textos de produção própria que surgiram a partir de estudos meus e que, após devidademente interpretados e compreendidos, os coloquei aqui... os meus conhecimentos. Pensando nisso, eu realmente consegui utilizar este meio dentro a idéia inicial.
antes que pensem que estou para sumir com esse espaço, "matar o blog" e coisas do gênero... não é nada disso, o contrário, possivelmente. Eu "pego no tranco" com as coisas... paro por um período e às vezes um ponta-pé vem bem a calhar.
Escrevo tudo isso pois estou no início de mais um processo, estou relembrando de algumas coisas, retomando outras... direcionando-me... a estória de você estudar o seu próprio processo criativo, o que ocorreu na minha graduação, pode ser transformada em método e ser colocada na ótica de estudar simplesmente o seu processo... das coisas gerais, comuns. Creio que é isto que ando fazendo... estudando meu próprio processo... e deste processo vou levando a outro e outro e outro...
Ontem... ontem fez 10 anos que eu trabalho com carteira assinada... desde o início do mês eu estava pensando isso e logo ontem acabei esquecendo-me... a 10 anos começou um processo, que já partira de outro... a 10 anos começou a labuta... da qual, por mais que se modifique no tempo, eu não largo... muito eu alcancei, assim como muito há para eu alcançar... e quem diria que um office boy de banco seria eu hoje...
Bem... e sábado eu tocarei no Stereo Pub, aqui em Curitiba... e estou muito empolgado por isso. Ao contrário das outras vezes, não irei fazer o warm up... ótimo... e ao mesmo tempo... algo que impõe certos desafios... ou seja, excelente!!!
caso estejam por aqui, apareçam...
E muita coisa anda aparecendo por aqui... ando fazendo muito e ao mesmo tempo pouco. Muito por um lado, tocando, parte gráfica, etc... Por outro, pouco: lendo e escrevendo... mas tudo há de mudar.
e logo, poderei escrever de casa... o que iria me ajudar muito por aqui...
caso estejam por aqui, apareçam...
E muita coisa anda aparecendo por aqui... ando fazendo muito e ao mesmo tempo pouco. Muito por um lado, tocando, parte gráfica, etc... Por outro, pouco: lendo e escrevendo... mas tudo há de mudar.
e logo, poderei escrever de casa... o que iria me ajudar muito por aqui...
sexta-feira, julho 09, 2004
quinta-feira, julho 01, 2004
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